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sábado, 23 de novembro de 2013

Escola Municipal vai avançar em Óbidos no próximo ano letivo

A Escola Municipal de Óbidos vai, finalmente, avançar no próximo ano letivo. A garantia saiu de uma reunião, que decorreu a semana passada, entre o presidente da Câmara Municipal de Óbidos, Humberto Marques, a vereadora da Educação, Celeste Afonso, e os ministros da Educação, Nuno Crato, e do Desenvolvimento Regional, Poiares Maduro. Um processo que vai começar em 2014, depois de muitos anos de reordenamento educativo e de um investimento de 23 milhões de euros em novas infraestruturas escolares.

Óbidos e um outro município serão, para já, os primeiros concelhos do País a avançar para a Escola Municipal, cujo acordo com o Ministério da Educação deverá acontecer até meados de Dezembro, “uma vez que há legislação que tem de ser criada ou alterada e essa questão será resolvida até ao Natal”, explica Humberto Marques.

A base da escola municipal, que vai abarcar todos os níveis de ensino, do pré-escolar ao 12.º ano, “é ter uma autonomia pedagógica”, explica o autarca. “Queremos olhar para o nosso território e dar a resposta mais adequada. Se somos um território que aposta na criatividade e na inovação, mas também somos um concelho rural, o nosso modelo educativo tem de refletir isso mesmo”, esclarece Humberto Marques.

A grande novidade deste projeto-piloto passa “por não haver qualquer tipo de obrigação em termos curriculares e o projeto educativo poder concretizar-se como único em cada um dos Complexos Escolares, atendendo à especificidade do território e das comunidades. O que nos baliza são as metas de aprendizagem do currículo nacional”, esclareceu.

“Temos pouco tempo para construir este projeto, mas vamos começar reuniões com professores, encarregados de educação, coletividades, munícipes, com todos aqueles que queiram dar o seu contributo para a construção deste modelo pedagógico”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Óbidos, esclarecendo, no entanto, “que o modelo de gestão já está definido”. Os professores do quadro mantêm-se ligados ao Ministério da Educação, sendo que todos os outros professores necessários serão contratados pelo Município de Óbidos, com a respetiva transferência de verbas.

De acordo com Humberto Marques, “estamos no início de um longo caminho. Este não é um projeto acabado. Passará por muitos executivos e, por isso, interessa mobilizar todos sem exceção”. “Queremos preparar alunos que não tenham fronteiras, que não estejam habilitados para áreas específicas ou que tenham competências ajustadas apenas a este território. Queremos formar os cidadãos de hoje e do futuro, com forte enfoque na cidadania criativa e na capacidade de resposta aos desafios da sociedade contemporânea, com ciclos muito curtos e mutáveis. Para o território é fundamental ter cada vez mais talentos empreendedores e tentar dar respostas para que se fixem, porque esse é o garante que, no futuro, o território será mais rico”, conclui.

Notícia retirada daqui

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Escolas abrem em protesto contra Crato


Em Guimarães, as duas básicas que receberam ordem de fecho funcionaram à revelia do ministério de Nuno Crato. Protestos ensombraram início das aulas contra falta de funcionários e de turmas.

Menos alunos, menos professores, falta de funcionários, turmas sobrelotadas com mais de 30 alunos ou com diferentes níveis no 1.o Ciclo. O ano letivo arrancou ontem com o ministério a garantir, sem especificar, um número "residual" de escolas por abrir. O secretário de Estado Casanova de Almeida usou a palavra "normalidade", mas os pais desdobraram-se em protestos pelo país. Na Golegã, há boicote até que mais turmas sejam aprovadas, em Monforte e em Monchique protestos contra as turmas mistas. A Básica do Freixo (Lousã) esteve fechada a cadeado e em muitas outras, como a dos Olivais, Lisboa, faltaram docentes.

Guimarães
As Básicas de Rendufe e Souto foram mandadas encerrar a quatro dias do início do ano, por terem menos de 21 alunos. Mas Rendufe tem 21, Souto 22 e estão ambas dentro da lei. Por isso, diretores, professores, pais e funcionários não acataram a decisão e ontem puseram a escola a funcionar, com vigílias à porta. O povo ameaça boicotar as eleições e o presidente da Junta de Rendufe, José Poças, solidariza-se: "O Governo corta e prega sem saber o que faz. Se os pais não forem votar, estou solidário".

O diretor do agrupamento, António Sousa, estranha que as turmas tenham sido validadas pelo mesmo ministério que as mandou extinguir. Por isso, deu ordem para abrir a escola e informou "por e-mail" o ministério.

O mesmo aconteceu com o diretor do agrupamento de escolas de Briteiros, Fernando Silva, responsável pela EB1 de Souto. A escola mantém--se aberta "até que a situação seja clarificada". Ali também foram validadas as turmas, colocados os professores e tudo está conforme a lei. Todos querem ver o erro corrigido, e a Câmara de Guimarães já interpôs uma providência cautelar para impedir os encerramentos. "Espero poder vir a confirmar muito em breve que estas decisões resultaram de um lapso", disse o presidente da Autarquia, António Magalhães.

Marco de Canaveses
Um cordão humano abraçou a Escola Secundária do Marco de Canaveses para mostrar ao país o estado em que a empresa Parque Escolar, há cerca de nove meses, deixou o principal estabelecimento de ensino do concelho. Apenas 1/3 do edifício foi reconstruído, o restante permanece a cair de podre em velhos pavilhões cobertos por placas de amianto. As obras pararam porque o Governo cortou o financiamento, apesar de 85% do dinheiro estar disponível por fundos comunitários. O investimento global da empreitada é de 14,5 milhões de euros.

A Associação de Pais e Encarregados de Educação (APEE) tinha aprovado o boicote às aulas mas, ontem, pretendeu apenas impedir simbolicamente o início das atividades letivas com o cordão humano. No resto dos dias da semana, "realizar-se--ão outras atividades simbólicas de protesto", explicou Eduardo Teixeira, presidente da APEE. A luta que prometia ser dura amoleceu depois da Parque Escolar ter assumido, em finais de julho, que arrancaria com as obras, no primeiro trimestre do próximo ano, desde que o seu financiamento seja inserido no próximo Orçamento do Estado. "Se tal não acontecer em outubro ou novembro estaremos cá. Estamos atentos", garantiu Eduardo Pereira. A Secundária do Marco de Canaveses tem cerca de 1600 alunos e uma centena de professores.

Barcelos
Na Escola EB 1/ JI de Silveiros, os pais dos alunos não deixaram os alunos ir às aulas. Foram eles. Motivo: as turmas mistas. "Há um turma com três níveis de ensino, onde se inclui três alunos com necessidades especiais", refere Carla Faria. "Turmas com alunos com necessidades educativas especiais não podem ultrapassar os 20 alunos. As nossas têm 22 e 23", destaca a encarregada de educação. Os pais, que fizeram uma exposição ao ministério, pedem que seja criada uma terceira turma.

Notícia retirada daqui

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Ministério admite rever número de alunos por turma no ensino profissional


A Associação Nacional de Escolas Profissionais recebeu, do Ministério da Educação e Ciência, o compromisso de revisão do número mínimo de alunos por turma, que determina os níveis de financiamento do ensino profissional.

O vice-presidente da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), Amadeu Dinis, disse que, na reunião que decorreu, esta terça-feira, no Ministério da Educação, foi apresentada uma sugestão ao secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, de "um mínimo entre 15 e 18 alunos".

"Considerávamos que os 24 é um valor alto, porque, se baixava de 22 elementos, por desistência de alunos, o montante fixo por turma descia e havia uma penalização de 3,3% no financiamento dessa turma", explicou. "O secretário de Estado aceitou rever, mas não avançou com qualquer número", acrescentou Amadeu Dinis à agência Lusa.

Além do corte de 5% nos escalões dos custos unitários em vigor para as novas turmas, o que resulta, segundo a ANESPO, num corte de cerca de cinco mil euros por turma/curso, outra questão abordada foi a relacionada com os alunos sem residência permanente em Portugal.

Em particular, no que concerne a alunos de Países de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), o Ministério da Educação garantiu que estes alunos contam para o cálculo do mínimo de 24 pessoas para constituir turma, desde que os países de onde são oriundos "tenham acordo de cooperação" com o Governo português, disse Amadeu Dinis.

O dirigente classificou a reunião de "muito positiva" e referiu ainda que o Ministério da Educação se comprometeu "ao diálogo".

O Ministério, no entanto, insiste que o número "mínimo de alunos [permitido] por turma se mantém em 24, tal como previsto na lei", adiantando que "a rede aprovada [para 2013-2014] não só permite dar satisfação ao número necessário de turmas para acolher os alunos que pretendam seguir esta via de ensino, como ainda permitirá a frequência de, pelo menos, mais 5000 alunos face ao ano anterior".

Até ao momento, segundo o Ministério, "foram aprovadas 1764 turmas, um número que ainda poderá aumentar, por força dos ajustamentos da rede que estão a ser concluídos".

"A diferença em relação ao ano passado", prossegue o Ministério, "resulta do trabalho que foi desenvolvido de racionalização da rede, ajustamento da oferta às áreas prioritárias e otimização do número de alunos por turma", tendo em conta que, "em 2012-2013 o número médio de alunos por turma foi de 19,5, [e] em 2013-2014 [se] situa em cerca de 24".

O Ministério destaca ainda que se procedeu igualmente "à introdução de alterações na matriz curricular do ensino profissional, traduzindo-se num aumento das horas de formação em contexto de trabalho, e uma consequente adaptação da componente de formação técnica".

No âmbito do ensino profissional, o Ministério sublinha que é seu objetivo "salvaguardar a equidade no financiamento às diversas ofertas educativas e formativas, através da racionalização e otimização dos custos de funcionamento dos cursos".

Notícia retirada daqui

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Escolas forçadas a recusar alunos

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) está a forçar as escolas a recusarem matricular no 1º ano alunos que fazem 6 anos entre 16 de setembro e 31 de dezembro. Por lei, estes alunos têm a matrícula condicionada à existência de vagas e, este ano, o critério foi um dos utilizados para restringir ao limite a rede escolar devido à necessidade de cortar despesa.
No agrupamento Guilherme Correia de Carvalho, em Seia, foram recusadas duas turmas nessas condições em dois centros escolares, uma com 18 alunos e outra com 10. "Os pais ficaram furiosos e com razão", conta ao CM o diretor, João Viveiro, acrescentando: "O pré-
-escolar considerou que eles tinham maturidade para ir para o 1º ano, tinham feito as festinhas de despedida e agora iam ter de voltar atrás". O diretor optou por distribuir os alunos por outras turmas. "Pedagogicamente é mau pois há turmas com alunos de 1º, 3º e 4º; ano mas pior seria voltarem ao pré-escolar depois das expectativas criadas. Só quem não tem o mínimo de sensibilidade é que tem uma frieza destas na decisão", afirmou o diretor, frisando que "muitas turmas foram recusadas" noutras escolas com base neste critério.
Neste agrupamento de 1050 alunos, o diretor tinha pedido 60 turmas, mas a 26 de julho a tutela autorizou 45. "Acabei por ficar com 56. Tenho escolas a 50 km com acessos difíceis, isto não é Lisboa. E mude-se a lei: quem nasce até 31 de dezembro é matriculado e pronto", remata. 

Noticia retirada daqui

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Directores escolares alertam que acabou "pobreza envergonhada"


Dois ou três dias bastaram para os pais começarem a pedir apoios nas escolas. Esta semana foi de regresso às aulas. Na maior parte das escolas do país, esta semana serviu para proporcionar um primeiro encontro entre professores e alunos, que só segunda-feira começam as actividades lectivas. 

Mas dois ou três dias bastaram para os representantes das duas associações de directores detectarem mudanças. "Acabou a pobreza envergonhada, os pais estão num tal grau de desespero que nos procuram e falam abertamente das dificuldades", comenta Filinto Lima, dirigente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP). 

Uns aparecem a pedir manuais escolares, outros a perguntar o que têm de fazer para conseguir mais apoio da acção social escolar, mas há também quem esteja preocupado com as refeições. "Não é uma multidão, mas tenho falado com colegas que dizem que está a acontecer em todas as escolas. Se antes tínhamos de estar atentos aos miúdos para detectar carências, esta semana bastou-nos abrir a porta aos pais", diz Filinto Lima que nota que, "se a vergonha acabou", a pobreza, eventualmente, "até aumentou". 

Manuel Pereira, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), confirma a tendência. E diz ter notado, também, que "têm aparecido muito mais pais nas reuniões de início de ano" - "Há mais desemprego e têm mais tempo? Procuram apoio na escola? Só espero que tenhamos força para dar a estes pais e aos alunos o que eles precisam: um espaço de fuga a este clima de depressão e de crise", diz Manuel Pereira, acrescentando, contudo, que teme que isso seja impossível, "dada a situação complicada que se vive nas escolas". 

Fala dos professores contratados "que fazem uma hora e meia de carro por dia para ir dar aulas e outro tanto para regressar às suas casas e aos filhos pequenos e que não ganham mais do que tempo de serviço". E junta-lhes os horários zero, "que vivem tempos de incerteza" e aqueles "que têm mais alunos por turma e mais turmas". "Vivemos este ano uma escola triste com actores tristes", resume Rui Martins, professor e dirigente da Confederação Nacional Independente de Associações de Pais (Cnipe). 

O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, diz-se preocupado com as questões sociais e a direcção da Federação Nacional dos Professores divulgou um comunicado sobre este ano horribilis: "Menos 40,5% de docentes contratados em 31 de Agosto e menos 50% contratados na primeira bolsa de recrutamento", indica. 

 Apesar dos múltiplos problemas relacionados com a colocação de professores, a maior parte não afecta os alunos, por se tratar de duplicações em relação às vagas existentes. Verificam-se atrasos nas ofertas de escola dos estabelecimentos com autonomia e em território educativo de intervenção prioritária, onde o Ministério passou a controlar o processo de selecção.

Texto: Graça Barbosa Ribeiro

sábado, 2 de junho de 2012

2324 alunos por agrupamento

O próximo ano lectivo irá arrancar com 150 agrupamentos de escolas, com uma média de 2324 alunos por cada unidade. O anúncio foi feito ontem pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), ao defender que a medida irá "reforçar o projecto educativo", "facilitar o trabalho dos professores" e "racionalizar a gestão dos recursos humanos e materiais".
Aos 115 agrupamentos anunciados há cerca de duas semanas juntam-se agora 35 novas estruturas, algumas das quais com mais de quatro mil alunos. É o caso do agrupamento de Escolas Professor Galopim de Carvalho e da Escola Secundária Padre Alberto Neto, em Sintra, com 4104 estudantes. Porém, é em Alcobaça que se concentra o mega-agrupamento com mais educandos: 4156.
Segundo o MEC, "estas propostas das autarquias ultrapassam o limite de alunos definido, mas pela especificidade dos casos merecem a concordância do Governo".
Perante esta decisão, "cujo objectivo é despedir milhares de professores e agravar a precariedade dos docentes dos quadros", o Sindicato dos Professores da Região Centro convocou uma concentração de professores para dia 5, em Coimbra.

LISTA DE AGRUPAMENTOS

Aveiro
Arouca
Agrupamento de Escolas de Arouca e Escola Secundária de Arouca: 2571 alunos
Espinho
Escola Secundária Dr. Manuel Gomes Almeida, Espinho e Agrupamento de Escolas de Domingos Capela: 3006 alunos
Agrupamento de Escolas Sá Couto, Espinho e Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira: 3016 alunos
Oliveira de Azeméis
Escola Secundária Ferreira de Castro e Agrupamento de Escolas Bento Carqueja: 1680 alunos
Escola Secundária Soares Basto, Oliveira de Azeméis e Reorganização da rede absorvendo algumas escolas de agrupamentos já efectuados: 1573 alunos
Agrupamento de Escolas Comendador Ângelo Azevedo e Agrupamento de Escolas de Couto de Cucujães: 1717 alunos
Agrupamento de Escolas de Carregosa e Agrupamento de Escolas de Fajões: 1579 alunos
Agrupamento de Escolas de Loureiro e Agrupamento de Escolas de Pinheiro da Bemposta: 1278 alunos
Santa Maria da Feira
Agrupamento de Escolas de Arrifana e Agrupamento de Escolas de Milheirós de Poiares: 1730 alunos
São João da Madeira
Agrupamento de Escolas de São João da Madeira e Escola Secundária João Silva Correia: 1982 alunos
Braga
Amares
Agrupamento de Escolas de Amares e Escola Secundária de Amares: 2771 alunos
Barcelos
Agrupamento de Escolas Abel Varzim e Escola Secundária de Barcelos: 2519 alunos
Agrupamento de Escolas de Manhente e Escola Secundária Alcaides de Faria: 2768 alunos
Esposende
Agrupamento de Escolas António Correia de Oliveira e Agrupamento de Escolas de Apúlia: 2302 alunos
Agrupamento de Escolas das Marinhas e Agrupamento de Escolas do Baixo Neiva: 1685 alunos
Fafe
Agrupamento de Escolas de Arões e Escola Secundária de Fafe: 2400 alunos
Agrupamento de Escolas de Montelongo e Agrupamento de Escolas Padre Joaquim Flores: 2439 alunos
Agrupamento de Escolas de Silvares e Agrupamento de Escolas Prof. Carlos Teixeira: 2269 alunos
Póvoa de Lanhoso
Agrupamento de Escolas do Ave e Escola Secundária de Póvoa de Lanhoso: 1656 alunos
Vila Nova de Famalicão
Agrupamento de Escolas D. Maria II e Agrupamento de Escolas do Vale do Este: 2361 alunos
Agrupamento de Escolas Bernardino Machado, Joane e Escola Secundária Padre Benjamim Salgado: 3111 alunos
Agrupamento de Escolas Calendário e Escola Secundária D. Sancho I: 2545 alunos
Agrupamento de Escolas Júlio Brandão e Escola Secundária Camilo Castelo Branco: 3545 alunos
Vila Verde
Agrupamento de Escolas de Moure e Agrupamento de Escolas de Ribeira de Neiva: 1764 alunos
Agrupamento de Escolas Monsenhor Elísio Araújo e Agrupamento de Escolas de Vila Verde: 3001 alunos
Vizela
Agrupamento de Escolas de Caldas de Vizela e Escola Secundária de Caldas de Vizela: 2332 alunos
Bragança
Bragança
Agrupamento de Escolas Abade de Baçal e Agrupamento de Escolas Augusto Moreno: 1731 alunos
Agrupamento de Escolas Paulo Quintela e Escola Secundária Emídio Garcia: 2160 alunos
Mirandela
Agrupamento de Escolas de Torre de Dona Chama, Agrupamento de Escolas Luciano Cordeiro e Escola Secundária de Mirandela: 2663 alunos
Viseu
Lamego
Escola Secundária /3 Latino Coelho e Agrupamento de Escolas de Lamego: 2506 alunos
Porto
Amarante
Agrupamento de Escolas Amadeo de Souza Cardoso e Agrupamento de Escolas de Vila Caiz: 2859 alunos
Agrupamento de Escolas de Amarante e Agrupamento de Escolas do Marão: 2352 alunos
Baião/Felgueiras
Escola Secundária de Vila Cova da Lixa e Agrupamento de Escolas Dr. Leonardo Coimbra: 2426 alunos
Gondomar
Escola Secundária de Gondomar e Agrupamento de Escolas de Jovim e Foz do Sousa: 2410
Escola Secundária de Rio Tinto e Agrupamento de Escolas de Baguim: 3150 alunos
Maia
Agrupamento de Escolas de Gueifães e Escola Secundária da Maia: 2893 alunos
Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia e Escola Secundária de Castêlo da Maia: 3010 alunos
Matosinhos
Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora n.º 2 e Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora: 2914 alunos
Agrupamento de Escolas de Custóias e Agrupamento de Escolas Irmãos Passos: 2316 alunos
Agrupamento de Escolas de Leça do Balio e Escola Secundária de Padrão da Légua: 2166 alunos
Agrupamento de Escolas de São Mamede de Infesta e Escola Secundária Abel Salazar, São Mamede de Infesta: 2261 alunos
Lousada
Agrupamento de Escolas de Lousada Centro e Escola Secundária de Lousada: 3091 alunos
Paredes
Agrupamento de Escolas de Baltar e Escola Secundária Daniel Faria: 2777 alunos
Escola Secundária de Vilela e Agrupamento de Escolas de Rebordosa: 2677 alunos
Penafiel
Agrupamento de Escolas de Penafiel Sul e Escola Secundária Joaquim de Araújo, Guilhufe: 2956 alunos
Porto
Agrupamento de Escolas Augusto Gil e Escola Secundária de Aurélia de Sousa: 2511 alunos
Escola Secundária Garcia de Orta e Agrupamento de Escolas Francisco Torrinha: 3004 alunos
Agrupamento de Escolas Irene Lisboa e Escola Secundária Carolina Michaelis, Cedofeita: 2182 alunos
Agrupamento de Escolas Nicolau Nasoni e Agrupamento de Escolas António Nobre: 2294 alunos
Escola Secundária Fontes Pereira de Melo e Agrupamento de Escolas Maria Lamas: 1942 alunos
Escola Secundária Alexandre Herculano, Agrupamento de Escolas Dr. Augusto César Pires de Lima e Agrupamento de Escolas Ramalho Ortigão: 3140 alunos
Trofa
Agrupamento de Escolas de Coronado e Covelas e Agrupamento de Escolas do Castro: 2103
Escola Secundária da Trofa e Agrupamento de Escolas da Trofa: 3207 alunos
Marco de Canaveses
Agrupamento de Escolas de Toutosa e Escola Secundária de Marco de Canaveses: 2838 alunos
Valongo
Agrupamento de Escolas D. António Ferreira Gomes e Escola Secundária de Ermesinde: 2938 alunos
Escola Secundária de Valongo e Agrupamento de Escolas de São João do Sobrado: 2307 alunos
Vila Nova de Gaia
Agrupamento de Escolas Adriano Correia de Oliveira, Agrupamento de Escolas Anes de Cernache e Escola Secundária de Oliveira do Douro: 2951 alunos
Escola Secundária António Sérgio e Agrupamento de Escolas de Santa Marinha: 2769 alunos
Escola Secundária Diogo de Macedo e Agrupamento de Escolas do Olival: 2481 alunos
Escola Secundária de Carvalhos e Agrupamento de Escolas São Pedro Pedroso: 2769 alunos
Monção
Agrupamento de Escolas de Deu-la-Deu Martins, Agrupamento de Escolas de Vale do Mouro e Escola Secundária de Monção: 2073 alunos
Vila Real
Chaves
Agrupamento de Escolas de Vidago e Escola Secundária Fernão de Magalhães: 1068 alunos
Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Gonçalves Carneiro e Escola Secundária Dr. António Granjo: 1884 alunos
Agrupamento de Escolas Nadir Afonso e Escola Secundária Dr. Júlio Martins: 2071 alunos
Vila Real
Agrupamento de Escolas Monsenhor Jerónimo do Amaral e Escola Secundária Morgado de Mateus: 2209 alunos
Aveiro
Aveiro
Agrupamento de Escolas de Aveiro e Escola Secundária Homem Cristo: 2545 alunos
Agrupamento de Escolas de Esgueira e Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima: 1960 alunos
Ovar
Agrupamento de Escolas de Maceda e Arada, Agrupamento de Escolas Florbela Espanca e Escola Secundária de Esmoriz: 2771 alunos
Agrupamento de Escolas de Ovar e Escola Secundária Dr. José Macedo Fragateiro: 3060 alunos
Agrupamento de Escolas de Ovar Sul, Escola Básica de São Vicente de Pereira Jusã e Escola Secundária Júlio Dinis: 1740 alunos
Águeda
Agrupamento de Escolas de Aguada de Cima, Agrupamento de Escolas de Fermentelos e Escola Secundária Marques de Castilho: 2177 alunos
Albergaria-a-Velha
Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha e Agrupamento de Escolas de São João de Loure: 2284 alunos
Ílhavo
Agrupamento de Escolas de Gafanha da Nazaré e Escola Secundária de Gafanha da Nazaré: 1975 alunos
Agrupamento de Escolas de Ílhavo e Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes: 1916 alunos
Vagos
Agrupamento de Escolas de Vagos e Escola Secundária de Vagos: 2301 alunos
Castelo Branco
Castelo Branco
Agrupamento de Escolas de São Vicente da Beira e Agrupamento de Escolas José Sanches: 1077 alunos
Fundão
Agrupamento de Escolas João Franco e Escola Secundária de Fundão: 1518 alunos
Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha E Agrupamento de Escolas Terras do Xisto: 1456 alunos
Coimbra
Coimbra
Agrupamento de Escolas Alice Gouveia e Agrupamento de Escolas de Ceira: 1593 alunos
Agrupamento de Escolas Silva Gaio, Escola Secundária Jaime Cortesão e Agrupamento de Escolas de São Silvestre: 1835 alunos
Agrupamento de Escolas de Taveiro e Agrupamento de Escolas Inês de Castro e Escola Secundária D. Duarte: 2020 alunos
Cantanhede
Agrupamento de Escolas de Finisterra, Febres e Escola Secundária de Cantanhede: 1273 alunos
Figueira da Foz
Agrupamento de Escolas de Alhadas e Escola Secundária Cristina Torres: 1643 alunos
Agrupamento de Escolas de Buarcos e Escola Secundária Dr. Bernardino Machado: 1430 alunos
Montemor-o-Velho
Agrupamento de Escolas de Arazede, Agrupamento de Escolas de Carapinheira e Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho: 2439 alunos
Leiria
Leiria
Agrupamento de Escolas de Santa Catarina da Serra e Agrupamento de Escolas Dr. Correia Alexandre, Caranguejeira: 1429 alunos
Viseu
Viseu
Agrupamento de Escolas de Marzovelos e Agrupamento de Escolas Grão Vasco: 2711 alunos
Agrupamento de Escolas de Vil de Soito e Agrupamento de Escolas Dr. Azeredo Perdigão, Abraveses: 2301 alunos
Agrupamento de Escolas de Silgueiros e Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique: 2214 alunos
Tondela
Agrupamento de Escolas de Campo de Besteiros, Agrupamento de Escolas de Caramulo e Escola Secundária de Tondela: 1685 alunos
Agrupamento de Escolas de Lageosa e Agrupamento de Escolas de Tondela: 1674 alunos
Lisboa
Cascais
Agrupamento de Escolas de Cascais e Escola Secundária de Cascais: 2234 alunos
Agrupamento de Escolas de Santo António, Parede e Escola Secundária Fernando Lopes Graça, Parede: 2719 alunos
Escola Secundária da Cidadela e Agrega escolas de outros agrupamentos formando um agrupamento vertical: 1265 alunos
Lisboa
Agrupamento de Escolas de Alvalade e Escola Secundária Padre António Vieira: 2100
Agrupamento de Escolas de Marvila e Escola Secundária D. Dinis: 1713 alunos
Agrupamento de Escolas de Santa Maria dos Olivais e Escola Secundária António Damásio: 2483 alunos
Agrupamento de Escolas de Telheiras e Escola Secundária Vergílio Ferreira: 2719 alunos
Agrupamento de Escolas Delfim Santos e Escola Secundária D. Pedro V: 3105 alunos
Escola Secundária D. Luísa de Gusmão e Agrupamento de Escolas Nuno Gonçalves: 2238 alunos
Escola Secundária José Gomes Ferreira e Agrupamento de Escolas Pedro de Santarém: 2858 alunos
Loures
Agrupamento de Escolas de Bucelas e Escola Secundária Dr. António Carvalho Figueiredo: 1688 alunos
Oeiras
Agrupamento de Escolas Amélia Rey Colaço e Agrupamento de Escolas Zarco: 1888 alunos
Escola Secundária Camilo Castelo Branco e Agrupamento de Escolas de Carnaxide: 2157 alunos
Agrupamento de Escolas de Miraflores e Escola Secundária de Miraflores: 2566 alunos
Escola Secundária Luís de Freitas Branco e Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos: 2505 alunos
Escola Secundária Sebastião e Silva e Agrupamento de Escolas de São Julião da Barra: 2718 alunos
Agrupamento de Escolas Professor Noronha Feio e Escola Secundária Professor José Augusto Lucas, Linda-a-Velha: 2677 alunos
Sintra
Agrupamento de Escolas D. Fernando II, Escola Secundária de Santa Maria e Agrupamento de Escolas da Região de Colares: 3663 alunos
Agrupamento de Escolas Professor Egas Moniz e Escola Secundária Stuart Carvalhais, Massamá: 3555 alunos
Agrupamento de Escolas Professor Galopim de Carvalho e Escola Secundária Padre Alberto Neto, Queluz: 4104 alunos
Agrupamento de Escolas Rio de Mouro e Escola Secundária Leal da Câmara: 3279 alunos
Agrupamento de Escolas D. Pedro IV e Escola Secundária Miguel Torga, Monte Abraão: 3040 alunos
Escola Secundária de Mem Martins e Agrupamento de Escolas Maria Alberta Menéres: 3050 alunos
Escola Secundária Gama Barros, Cacém - Integra a EB Ribeiro Carvalho, EB Cacém n.º1 e n.º2 e a EB Vale Morão do Agrupamento António Sérgio: 2028 alunos
Torres Vedras
Agrupamento de Escolas Padre Francisco Soares e Escola Secundária Madeira Torres: 2909 alunos
Vila Franca de Xira
Agrupamento de Escolas Póvoa de D. Martinho e Agrupamento de Escolas de Aristides de Sousa Mendes: 3042 alunos
Santarém
Almeirim
Agrupamento de Escolas Febo Moniz e Escola Secundária Marquesa de Alorna: 2376
Benavente
Agrupamento de Escolas de Porto Alto e Agrupamento de Escolas de Samora Correia: 2290 alunos
Agrupamento de Escolas Duarte Lopes e Escola Secundária de Benavente: 2238 alunos
Ourém
Agrupamento de Escolas de Freixianda e Agrupamento de Escolas de Ourém: 2593 alunos
Cartaxo
Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita e Escola Secundária do Cartaxo: 2328 alunos
Entroncamento
Agrupamento de Escolas Alfha e Escola Secundária do Entroncamento: 2775 alunos
Santarém
Agrupamento de Escolas D. João II e Escola Secundária Sá da Bandeira Santarém: 2747 alunos
Agrupamento de Escolas de Alcanede e Agrupamento de Escolas de Pernes: 1561 alunos
Tomar
Escola Secundária de Santa Maria do Olival e Agrupamento de Escolas D. Nuno Álvares Pereira: 2161 alunos
Agrupamento de Escolas de Santa Iria, Escola Secundária Jacôme Ratton e Agrupamento de Escolas Gualdim Pais, Tomar: 3482 alunos
Setúbal
Alcochete
Agrupamento de Escolas El Rei D. Manuel e Escola Secundária de Alcochete: 2834 alunos
Sesimbra
Agrupamento de Escolas do Castelo e Escola Secundária de Sampaio: 2281 alunos
Leiria
Caldas da Rainha
Agrupamento de Escolas de Santo Onofre e Escola Secundária Raul Proença: 2531 alunos
Alcobaça
Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça, Agrupamento de Escolas D. Pedro I, Agrupamento de Escolas Frei Estevão Martins e Agrupamento de Escolas de Pataias: 4156 alunos
Beja
Aljustrel
Agrupamento de Escolas de Aljustrel e Escola Secundária de Aljustrel : 1019 alunos
Castro Verde
Agrupamento de Escolas de Castro Verde e Escola Secundária de Castro Verde: 1059 alunos
Serpa
Agrupamento de Escolas de Pias e Agrupamento de Escolas de Serpa: 1101
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de São Bento e Escola Secundária de Serpa: 889 alunos
Évora
Vila Viçosa
Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa e Escola Secundária Públia Hortênsia de Castro: 1380 alunos
Vendas Novas
Agrupamento de Escolas de Vendas Novas e Escola Secundária de Vendas Novas: 1634 alunos
Portalegre
Escola Secundária Mouzinho da Silveira e Agrupamento de Escolas n.º 2 de Portalegre: 1855 alunos
Faro
Faro
Agrupamento de Escolas da Sé e Escola Secundária João de Deus: 1928 alunos
Albufeira
Agrupamento de Escolas de Albufeira Poente, Escola Secundária de Albufeira: 2389 alunos
Agrupamento de Escolas de Ferreirasm, Agrupamento de Escolas de Paderne e Agrupamento de Escolas Diamantina Negrão: 2212 alunos
Lagos
Escola Secundária Júlio Dantas e Agrupamento de Escolas de Lagos: 2488 alunos
Agrupamento de Escolas Gil Eanes ( As EB1 de Bensafrim e EB1 n.º3 de Lagos passam para o agrupamento Escolas Gil Eanes já constituído): 2042 alunos
Loulé
Agrupamento de Escolas Eng. Duarte Pacheco e Agrupamento de Escolas de Boliqueime: 2105 alunos
Agrupamento de Escolas Padre João Coelho Cabanita e Agrupamento de Escolas de Salir: 2130 alunos
Olhão
Agrupamento de Escolas de Moncarapacho, Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes e Agrupamento de Escolas Dr. João Lúcio: 1997 alunos
Agrupamento de Escolas José Carlos da Maia e Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira: 2130 alunos
Silves
Agrupamento de Escolas de Algoz e Agrupamento de Escolas de Armação de Pêra Silves: 1770 alunos
Agrupamento de Escolas de São Bartolomeu de Messines, Agrupamento de Escolas Dr. Garcia Domingues e Escola Secundária de Silves: 2510 alunos
Portimão
Escola Secundária Poeta António Aleixo e Agrupamento de Escolas D. Martinho Castelo Branco: 2594 alunos

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Carnaval: Escolas abertas, mas sem alunos e com menos funcionários

O fim da tolerância de ponto do Carnaval levará as escolas públicas a abrirem as portas, mas não haverá alunos nem actividades lectivas e os funcionários deverão ser menos do que o habitual, disse à agência Lusa o presidente da ANDAEP.
O presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Adalmiro Botelho da Fonseca, começou por afirmar que o facto de o Governo não ter atribuído este ano a tradicional tolerância de ponto no dia de Carnaval "não vai ter grande influência nas escolas". Isto porque, explicou, já estava prevista uma interrupção lectiva prevista para o período do Carnaval. Adalmiro Botelho da Fonseca disse que "as escolas estarão sem actividades lectivas e não haverá alunos nem horários rígidos a cumprir".
No entanto, "as escolas terão que estar abertas, terá que haver funcionários, pois a portaria e a secretaria terão que funcionar", salientou o presidente da ANDAEP. Até porque, explicou, há zonas do País em que, durante estas pausas lectivas, as escolas costumam receber os "alunos que não têm condições para estar em casa".
Contactada pela Lusa, fonte oficial do Ministério da Educação afirmou que se mantém o calendário escolar definido em Agosto com pausa lectiva entre 20 e 22 de Fevereiro, acrescentando que caberá às escolas organizarem e definirem a forma como vão funcionar no dia de Carnaval.
O secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE), João Dias da Silva, disse que "as escolas deverão estar abertas mas sem alunos, como aliás já acontecia nos restantes dias da interrupção do Carnaval (segunda-feira e quarta-feira) ".
O secretário-geral da FENPROF explicou que esta interrupção "acontece porque o segundo período lectivo é muito grande e esta pausa de três dias acontece mais ou menos a meio, como forma de descanso dos próprios alunos". Quanto aos professores, Mário Nogueira disse que, "muitas vezes, nesta altura, tirando o próprio dia [de Carnaval], já estavam em reuniões intercalares", pelo que a situação não se vai alterar muito.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Bloco de Esquerda questiona Governo sobre fecho de escola na Parede

O grupo parlamentar do Bloco de Esquerda (BE) questionou o ministro da Educação, Nuno Crato, no Parlamento, sobre o eventual encerramento da Escola Básica de Santo António, na freguesia da Parede, em Cascais. Segundo o BE, o fecho da escola está a ser “ponderado”. A Câmara de Cascais disse que “não está a par desta eventual intenção”.

A Escola Básica de Santo António é a sede do Agrupamento de Escolas de Santo António, que tem três jardins-de-infância e cinco escolas primárias, servindo um total de 1500 alunos. Segundo o BE, os pais dos alunos estão preocupados com o futuro da escola, já que a hipótese de encerramento foi levantada numa reunião com os órgãos directivos do estabelecimento.

Diz o BE que o anterior governo se tinha comprometido com uma intervenção de fundo na escola, que foi construída há 40 anos e mantém as mesmas instalações, “altamente precárias”. Na pergunta entregue no Parlamento e assinada pela deputada Ana Drago, o BE refere que as obras não avançaram porque houve negociações falhadas entre o anterior ministério da Educação e a autarquia sobre a verba a transferir.

A falta de acordo “levou a Câmara de Cascais a pedir à escola que disponibilizasse também alguma verba, o que a escola não podia suportar”, diz o BE. O presidente da Câmara, Carlos Carreiras (PSD) diz, porém, que esta informação é falsa e acrescenta que "tem planos para melhorar substancialmente as condições de alunos e de professores que se encontram actualmente numa escola bastante deteriorada”.

O BE afirma ainda que “na iminência de uma intervenção de fundo”, a escola retirou há dois anos um campo de relva sintética que gerava receitas próprias, para a instalação dos estaleiros. Por outro lado, “a escola não foi incluída na rede do Plano Tecnológico da Educação, ficando a actualização do equipamento muito aquém do necessário”, diz o BE, acrescentando que só agora estão a ser instalados novos computadores após um requerimento da escola à Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo.

Além disso, o grupo parlamentar levanta a questão da localização “privilegiada” dos terrenos onde a escola está construída, temendo que sejam vendidos para projectos imobiliários. Carlos Carreiras diz que ainda não recebeu qualquer manifestação de interesse para a compra dos terrenos. E sublinha que a autarquia “tem feito um grande esforço de modernização do parque escolar “ com intervenções em 80% das escolas do concelho, o que se traduziu num investimento de 17 milhões de euros desde 2005.

“Acresce a isto o facto de, ainda esta semana, ter sido noticiado mais um pacote de investimento de 7,7 milhões de euros de investimento em escolas do primeiro e segundo ciclo beneficiando mais de 850 alunos do concelho”, refere o autarca.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Alunos podem ficar sem refeição na escola

As refeições de milhares de alunos estão em risco de ser suspensas porque as autarquias estão sem dinheiro para pagar aos fornecedores, que, nalguns casos, não recebem há um ano, alertou a Associação Nacional de Municípios.
De acordo com o vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), António José Ganhão, "há autarquias que não pagam às empresas fornecedoras há mais de um ano e há outras que ainda conseguiram pagar até Fevereiro do ano passado".
António José Ganhão acusa o Ministério da Educação e Ciência (MEC) pela situação "irresponsável" em que estão os municípios, que poderão de um dia para o outro ver o serviço de refeições "suspenso".
"O Ministério da Educação deve cerca de 60 milhões de euros às autarquias. No que toca à componente de apoio escolar, o MEC está com um atraso de um ano", recordou o vice-presidente da ANMP, classificando de "insustentável" a actual situação.
O responsável pela área da educação na ANMP lembra que "as empresas que fornecem refeições não são bancos" e alerta: "um dia destes suspendem o serviço".
António José Ganhão ressalva que existem câmaras que "estão em melhor situação do que outras, mas são uma minoria".
A agência Lusa contactou o Ministério da Educação para obter um esclarecimento quanto a esta matéria, mas tal não foi possível até ao momento.
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