quinta-feira, 30 de março de 2017

Procuram-se Professores para Colégio Angolano

Estamos a recrutar professores para o Colégio Angolano de Talatona que tenham as seguintes especificações:

Professores primários
Educadoras de infância
Professores de Biologia
Professores de Geografia
Professores de Artes

As condições são as seguintes: 
- Casa partilhada.
- Salário mensal de 400.000 AOA
- 6 semanas de férias a gozar em Agosto ou Dezembro/Janeiro
- Seguro de saúde
- Transporte
- Telefone
- Computador
- 2 viagens por ano ao país de origem
- Lanche manhã e Almoço

Por favor envie o seu CV para

    geral.galactipeople@gmail.com

terça-feira, 28 de março de 2017

Explicadora de Matemática / Fisica e Química

Admite-se Professores de matemática e Física e Química com disponibilidade ao sábado e domingo de tarde:

Matemática / Física e Química: 
- Professora licenciada na área 
- Domínio e experiência nos conteúdos de ensino secundário 

Local: Braga, perto dos Correios de Santa Tecla 

Deverá indicar no título do email a disciplina a que se candidata (Matemática / Física e Química) 

Pedimos o envio de CV para: 

domingo, 26 de março de 2017

Educadora de Infância - Angola

Procuramos educadora licenciada em Universidade Portuguesa com experiencia em escolas privadas, para integrar equipa em colégio particular na cidade de Luanda e com disponibilidade imediata. Agradecemos resposta ao email

sexta-feira, 24 de março de 2017

Gestão do Curriculo - 5 Hipóteses - As escolas decidem


Explicador de Matemática para Secundário

Estamos a recrutar explicador(a) de Matemática para 10º, 11º, e 12º anos. 
O centro de estudo situa-se em Santo Tirso 

Condições de parceria a falar pessoalmente. 

Envie a sua candidatura para


ou através do número 964919148 

quinta-feira, 23 de março de 2017

Temas em vez de disciplinas. Experiência avança em algumas escolas no próximo ano


À semelhança da Finlândia, Portugal também poderá ter uma experiência do que é o ensino por temas em vez de por disciplinas. Esta é pelo menos uma das propostas que o Ministério da Educação (ME) vai fazer às escolas no âmbito daquela que, até agora, tem sido chamada de “flexibilização curricular”, mas que nesta quarta-feira, durante uma “sessão de esclarecimento” para jornalistas, foi apelidada pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, de “flexibilização pedagógica”.

Finalmente, depois de meses de anúncios pontuais, o ME indicou o que entende por “flexibilização”. E o que propõe traduz-se numa mudança profunda do modo como é encarado o tempo de ensino. A tutela vai desafiar as escolas, por exemplo, a suspenderem em semanas alternadas o tempo normal de aulas, para se dedicarem em conjunto, e com base numa perspectiva transdisciplinar, ao estudo de um tema.

Currículos: O que vai mudar nas escolas?
Isto, garante, sem mudar as cargas lectivas totais inscritas nas matrizes curriculares e aproveitando a possibilidade que será dada aos estabelecimentos de ensino “de gerir até 25% da carga horária semanal” que está definida para cada ano de escolaridade. No 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, com uma carga média de 1400 minutos de aulas por semana, isso representa cerca de 350 minutos semanais para gerir.

A mesma abordagem por temas poderá ser experimentada de outra forma: as escolas podem optar por dedicar apenas uma parte da carga semanal lectiva de duas ou três disciplinas a um tema, trabalhando os professores dessas disciplinas em conjunto, segundo indicou o ME.

“O ministério que dê ideias, que serão bem-vindas, mas tem de dar liberdade às escolas para decidir o que é melhor”, comentou o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, frisando que as “mexidas têm de ser interiorizadas pelas escolas, onde os professores continuam assoberbados de tarefas”.

Os directores ainda não foram informados pelo ME destas propostas, mas o secretário de Estado da Educação, João Costa, garantiu que esta informação será apresentada na próxima semana durante mais uma ronda de reuniões com os responsáveis dos estabelecimentos escolares.

A abordagem por temas é apenas uma das hipóteses possíveis, de um cardápio mais vasto de opções de gestão do currículo (ver infografia no final deste texto). Às escolas caberá decidir o modelo. As mudanças começarão a ser aplicadas num grupo de escolas a partir do próximo ano lectivo, abrangendo só os anos iniciais de ciclo (5.º, 7.º e 10.º anos), segundo anunciou o ministro nesta quarta-feira. Haverá estabelecimentos de ensino que serão convidados a integrar o projecto-piloto, sendo que qualquer um se poderá propor para integrar este grupo. Ainda não se sabe quantos farão parte da experiência.

Só depois desta experiência e da sua avaliação, que será também feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, é que se procederá à sua extensão a outras escolas. “Estamos quase no final do 2.º período e as escolas precisam de sossego. É de bom-tom que se avance de forma faseada e nos anos iniciais de ciclo. É uma medida muito sensata porque o que se está a perspectivar é uma mudança estrutural da educação”, diz Filinto Lima.

Tiago Brandão Rodrigues garantiu que não serão mudados nem os programas, nem os currículos, nem as cargas horárias das disciplinas. “Não há uma reforma curricular imposta e abrupta”, garantiu o ministro. Este trabalho “não redundará na revogação dos actuais programas” e “a carga horária das disciplinas vai manter-se igual na generalidade”, esclareceu. Mais: “Não haverá adopção de novos manuais.”

“Não houve nenhum recuo ou volte-face da nossa parte”, disse ainda o ministro, referindo-se às notícias que deram conta de que foi a intervenção de Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa que levaram o Ministério da Educação a optar por avançar apenas com um projecto-piloto no próximo ano lectivo e a reduzir a extensão das mudanças que estariam a ser preparadas.

A presidente da Associação de Professores de Matemática (APM), Lurdes Figueiral, lamenta. “O trabalho que se está a fazer é muito importante, mas teria que ter consequências e uma coerência interna e para tal deveria dar origem a novos programas”, frisa. A APM é uma das associações de professores que têm estado a trabalhar com o ME na definição do que deverão ser as aprendizagens essenciais por disciplina.

A definição das aprendizagens essenciais é outra parte das mudanças que começarão a ser introduzidas, a partir do próximo ano lectivo, que arranca em Setembro, e, segundo João Costa, impõe-se porque a “extensão dos programas actuais está a impedir a consolidação das aprendizagens” por parte dos alunos. Mas, para Lurdes Figueiral, “sem haver uma revisão curricular e dos programas, todo este trabalho pode ficar a meio e arrisca-se a morrer na praia”. Por isso, apela a que pelo menos seja feita a avaliação das consequências da aplicação dos novos programas de Matemática que entraram em vigor com Nuno Crato para que daí se possam tirar ilações.

Lurdes Figueiral não foi ainda informada pelo ME sobre as propostas de mudança dos tempos de ensino, mas no que respeita por exemplo à conversão de disciplinas anuais em semestrais frisa que tal levaria a uma nova organização do ano lectivo, que poderá recolher um largo apoio, já que o actual modelo é “muito desequilibrado, com um primeiro período muito longo e uma segundo e terceiro período que variam muito na sua duração por estarem dependentes da data da Páscoa”.

A Confederação Nacional das Associações de Pais, e também directores, já defenderam por mais do que uma vez a necessidade de se mudar o calendário escolar, pelas mesmas razões apontadas pela presidente da APM. Contudo, este é um cenário que não foi apontado pelo ME.

Do programa de mudança do ME faz ainda parte a inclusão de uma área de cidadania e desenvolvimento sustentável, que terá tempos lectivos atribuídos. E também a expansão da área das Tecnologias de Informação e Comunicação a todos os anos de escolaridade destes dois ciclos. Actualmente existe só, como disciplina, no 7.º e 8.º anos.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 22 de março de 2017

Currículos: O que vai mudar nas escolas?


O que vai mudar nas escolas no próximo ano lectivo?
A chamada “flexibilização curricular” ou “flexibilização pedagógica” só será posta em prática, em 2017/2018, num grupo de escolas, numa espécie de projecto-piloto, que incidirá também só nos anos iniciais de ciclo (5.º, 7.º e 10.º anos). O referencial de base para esta mudança é o Perfil do Aluno à saída da escolaridade obrigatória, que esteve em discussão pública até 13 de Março. Foram recebidos 450 contributos. Este documento define um conjunto de 10 competências-chave que todos os estudantes deverão adquirir ao longo dos 12 anos de escola. Para cada disciplina serão estabelecidas quais as aprendizagens essenciais, numa espécie de metas curriculares simplificadas. Face à extensão dos programas actuais, “trata-se de identificar o que é essencial que todos os alunos aprendam”, especificou o secretário de Estado da Educação, João Costa.

O que é a “flexibilização curricular”?
Às escolas será dada, segundo o Ministério da Educação, a possibilidade de gerir até 25% da carga horária semanal por ano de escolaridade de modo a exploraram “formas diferentes de organizar os tempos escolares, possibilitando trabalho interdisciplinar, desenvolvimento de projectos, trabalho em equipas pedagógicas”, entre outros.

Vão ser criadas novas disciplinas?
No 2.º e 3.º ciclos será introduzida a área de cidadania e desenvolvimento sustentável, a ser integrada na área das Ciências Sociais e Humanas, que terá um reforço da carga horária. A área de Tecnologias de Informação e Comunicação voltará a constar da matriz curricular de todos os anos de escolaridade. Actualmente só existe no 7.º e 8.º anos. E no ensino secundário os alunos poderão escolher uma disciplina de outro curso. Caso exista horário e oferta disponível, um aluno de Ciências e Tecnologias pode inscrever-se numa disciplina de Línguas e Humanidades.

Os estudantes do ensino profissional poderão também substituir uma das suas disciplinas por outra do ensino regular, caso necessitem de fazer o exame dessa disciplina. “Tem sido um dos pedidos mais feitos por pais e alunos, o de não existirem percurso tão estanques”, como agora, explicou ontem João Costa.

Como será feita a gestão da “flexibilização curricular”?
A decisão de como usar os 25% do tempo de ensino que lhes será entregue pertence às escolas, mas o Ministério da Educação já apresentou exemplos de como tal poderá ser feito, sendo que as escolas poderão optar por uma das soluções propostas ou por conjugar diferentes soluções. Segundo o Ministério da Educação, não está em causa uma mudança de conteúdos ou de disciplinas, mas sim uma gestão diferente do tempo de ensino.

Isto pode passar, por exemplo, por uma fusão de disciplinas em áreas disciplinares, em que dois ou mais professores “trabalham em equipa” na preparação das aulas, que podem ser dadas à vez por cada um ou em conjunto. Por exemplo: em vez de trabalhar de forma separada as disciplinas de Físico-Química e Ciências Naturais, juntá-las com a carga horária equivalente à soma das duas.

Pode-se optar também pela alternância entre tempos de estudos tradicionais e semanas em que toda a escola trabalha em conjunto, numa perspectiva multidisciplinar, um só tema. Por exemplo, “a Europa” ou “a crise dos refugiados”. Esta é uma experiência que está a ser seguida na Finlândia.

Entre outros cenários apresentados existe também a possibilidade de pelo menos algumas disciplinas passarem a ter uma lógica trimestral (no fundo, a uma por período) ou semestral em vez de anual, o que se fará através de um reforço da sua carga horária semanal. Por exemplo, imagine-se duas turmas: a turma A tem História apenas no primeiro semestre, mas com uma carga lectiva idêntica à que teria se a disciplina fosse leccionada no ano inteiro, enquanto a turma B tem Geografia, nas mesmas condições; no semestre seguinte, a turma B tem História e a turma A tem Geografia. Segundo o ministério, tal permitirá que os professores tenham menos turmas para leccionar em simultâneo, embora mantenham o mesmo tempo lectivo; ao mesmo tempo, os alunos ficam com menos disciplinas para estudar no mesmo período do tempo.

O que não vai mudar?
Segundo o Ministério da Educação, para os alunos, o tempo de permanência na escola será idêntico. As cargas horárias na generalidade das disciplinas ficarão iguais. Também os programas e as metas em vigor não serão alterados e não serão adoptados novos manuais escolares. Estas são as razões pelas quais o ministério tem afirmado que não está em causa uma reforma curricular.

Informação retirada daqui

Dezenas de secundárias só têm um curso


Há 61 escolas que apenas lecionam uma área no Secundário, qualquer que seja a vocação dos alunos. Pampilhosa e Oleiros remam contra a maré.

É uma realidade que escapa a quem vive nos grandes centros urbanos, mas há 61 secundárias onde os alunos não podem escolher o curso que querem, porque não há estudantes suficientes para abrir mais do que uma área de aprendizagem, no 10.º ano. O número foi enviado pelo Ministério da Educação, mas uma busca feita no portal Infoescolas indica que, em mais de uma dezena de casos, essa Secundária é a única do concelho. 

Mandarim, Filosofia e ioga no 1.º Ciclo? Sim, é possível


Filosofia, Mandarim, Programação ou Cultura Clássica podem ser disciplinas do 1.º Ciclo? Não só podem como já são em alguns agrupamentos.

O Governo pretende aumentar a flexibilidade curricular e diversificar as metodologias em sala de aula e muitas escolas já o fazem desde os primeiros anos de ensino. A maioria aproveita os tempos da oferta complementar para diversificar - há aulas de ioga, Robótica, Empreendedorismo e até Estudo do Meio ensinado em inglês, sob regime bilingue.

Apesar da diversidade, os objetivos são comuns: ensinar os alunos a pensar, a desenvolver o espírito crítico e a capacidade de reflexão, motivá-los para a aprendizagem e reforçar-lhes os níveis de confiança e autoestima. Em suma: promover o sucesso escolar.

Projetos são promovidos pelas respetivas autarquias em parceria com outras instituições
"Atualmente, as escolas podem ocupar até no máximo uma hora por semana em ofertas complementares. Estas ofertas são tanto mais enriquecedoras quanto servirem para promover melhores aprendizagens em qualquer área do currículo. Por exemplo, não faz sentido que as aprendizagens em Robótica e Programação não sejam integradas com o trabalho na Matemática ou nas Expressões", frisou ao secretário de Estado da Educação, João Costa.

Em escolas do 1.º Ciclo do Carolina Michaëlis (Porto), alunos dos 3.º e 4.º anos têm 20 aulas de uma hora por semana de Filosofia. Armindo Sousa, coordenador do 1.º Ciclo do Agrupamento, insiste nas mais-valias: "Ensinar a escutar, a saber pensar, desenvolver a oralidade e a reflexão". Os alunos do 1.º ano têm uma hora semanal de ioga, no tempo de Educação para a Cidadania. "O reforço da concentração e da autoestima" são os objetivos deste projeto que também é uma disciplina multidisciplinar, sublinha.

Os alunos dos 3.º e 4.º anos do agrupamento Oliveira Júnior (São João da Madeira) têm uma hora semanal de Mandarim. A professora Renata Oliveira não estabelece um impacto direto entre esta oferta e o sucesso educativo, mas admite que motiva os alunos e estimula o gosto por culturas diferentes, já que têm têm sessões de kung-fu e provas de gastronomia esporádicas no âmbito do projeto.

Os alunos do 4.º ano também têm Programação, mas nas Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC). O agrupamento investiu em tablets e os alunos "fazem problemas, histórias animadas e constroem jogos digitais".

Já o agrupamento de Oliveira do Hospital (Viseu) aderiu ao desafio da Associação de Professores de Latim e Grego e introduziu a disciplina de Cultura e Línguas Clássicas. "Os conteúdos lecionadas no 1.º Ciclo são, essencialmente, relacionados com as narrativas da mitologia clássica e costumes dos romanos e gregos", explica a presidente da associação. O objetivo é mostrar a origem da nossa cultura, despertando-lhes o gosto pela investigação, destaca Isaltina Martins.

Todos estes projetos são promovidos pelas respetivas autarquias em parceria com outras instituições. É esse apoio que falta às restantes escolas, insistem os presidentes das duas associações de diretores. "A autonomia acaba nos recursos disponíveis, a partir daí, só resta sonhar", afirma Manuel Pereira (ANDE).

Filinto Lima (ANDAEP) também admite que a diversidade oferecida depende dos recursos das escolas. Por exemplo, no Agrupamento que dirige, Dr. Costa Matos, os alunos aprendem teatro na oferta complementar por Gaia ser um concelho com longa tradição no teatro amador. No ano passado, por iniciativa de um professor, tiveram Língua Gestual. "São lições que ficam para a vida", frisa Filinto Lima.


Desde o 1.º ano que os alunos do agrupamento José Estêvão (Aveiro) aprendem Estudo do Meio em inglês. "Somando as horas de Estudo do Meio, Expressões, Oferta Complementar e AEC, os alunos estão em contacto com a língua inglesa, aprendendo conteúdos destas áreas cerca de sete horas", explica a coordenadora do projeto Paula Cruz. Os testes de Estudo do Meio são feitos nas duas línguas. "São discentes com maior capacidade da compreensão oral" e "que já tomam a língua inglesa como parte quase normal numa outra aula que não a de Inglês", explica.

Em Cascais, todas as escolas são "empreendedoras". Os alunos não têm tempo no horário, mas os docentes têm obrigatoriamente de cumprir o programa definido, explica o diretor do projeto Piteira Lopes. No final de cada ano letivo, há um concurso interescolas e os vencedores concretizam as suas ideias de negócio, como a aplicação criada para se tirar senhas na loja do cidadão através do telemóvel.

O concelho foi dos primeiros a avançar para a municipalização e o vereador Frederico Almeida garante que o balanço é positivo: Cascais tem um numero de auxiliares acima do rácio e conseguiu reduzir para metade o custo com o leite escolar ao lançar um concurso em vez de 11.

Informação retirada daqui

Explicador(a) de FQ - Telheiras e/ou Campo Pequeno

A Tabuada de Letras recruta professor(a)de FQ (Básico e Secundário) 

Procuramos: 
Licenciatura na área pretendida 
Domínio e experiência nos programas do Ensino Secundário 
Dinamismo e responsabilidade 
Capacidade de comunicação 
Residência em Lisboa 

Local: Telheiras e Campo Pequeno 


Se pretende candidatar-se a esta oferta envie o seu CV atualizado para


, com indicação da referência TL/FQ    

segunda-feira, 20 de março de 2017

Indisciplina: Mais de 11 mil participações no ano passado


No ano letivo 2015/2016, houve 11.127 participações disciplinares em apenas 5,4% da totalidade dos agrupamentos e escolas em Portugal. Esta é a conclusão do estudo “Indisciplina em Portugal com dados das escolas”, da autoria de Alexandre Henrique, realizado em parceria com a Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), e divulgado pela agência Lusa.

"São mais de 11 mil participações disciplinares (ordem de saída da sala de aula) em apenas 5,4% da totalidade dos agrupamentos/escolas em Portugal, num universo de 53.664 alunos – o que, extrapolando para uma amostragem da totalidade dos agrupamentos/escolas em Portugal, levaria a um número de mais de 206 mil participações disciplinares num só ano”, refere Alexandre Henrique à agência Lusa.

De acordo com o estudo, cujos inquéritos foram realizados entre os dias 18 de outubro do ano passado e 27 de janeiro deste ano, é no 3º Ciclo que se registam mais casos de indisciplina, enquanto o 1º Ciclo é o que menos casos tem. Relativamente a períodos letivos, é entre o Natal e a Páscoa (o segundo período) que acontece o maior número de casos, enquanto o terceiro período regista um número menor.

"O Ministério de Educação e a sociedade em geral têm de ter consciência que a indisciplina é um problema recorrente e grave na sala de aula. Basta um aluno para estragar uma aula e nem precisa de insultar ou agredir para que o processo de ensino de aprendizagem seja posto em causa”, afirma Alexandre Henriques, acrescentando que é “urgente reconhecer o problema, conhecê-lo por diferentes perspetivas e depois intervir de forma coletiva.”

domingo, 19 de março de 2017

Professores trabalham, em média, mais de 46 horas por semana - 2

"Os professores não podem continuar a sacrificar as suas vidas pessoais e familiares, suportando cargas de trabalho extremas que acabam por prejudicar, direta ou indiretamente, a resposta pedagógica adequada e de qualidade para os alunos e, igualmente, o seu bem-estar psicossomático, nem a colmatar a escassez de recursos das escolas com os seus bens materiais."

A FENPROF não podia ser mais clara na apresentação das conclusões do inquérito que promoveu a nível nacional (Norte, Região Centro, Grande Lisboa, Zona Sul, Açores e Madeira) sobre os horários dos docentes do 2º e 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário.

Divulgadas em conferência de imprensa realizada na manhã da passada sexta-feira, 10 de março, em Lisboa, as conclusões desse inquérito, com 5 709 respostas validadas, apontam: os professores trabalham, em média, mais de 46 horas por semana! Confirma-se, assim, um problema já conhecido mas que não tem merecido qualquer solução por parte de várias equipas ministeriais.

Mário Nogueira, Secretário Geral; Anabela Delgado (SPGL), José Manuel Costa (SPN), João Louceiro (SPRC) e Francisco Oliveira (SPM) integraram a Mesa deste encontro com a comunicação social.

O Secretário Geral da FENPROF fez uma breve introdução e Anabela Delgado apresentou o inquérito, explicando a sua estrutura e aspetos técnicos e analisando os seus principais dados. A dirigente sindical alertou ainda para as ilegalidades que se continuam a registar nos horários dos docentes, dando como exemplo a integração dos apoios a grupos de alunos na componente não letiva. / JPO

sábado, 18 de março de 2017

Governo reitera intenção de reduzir número de alunos por turma


O secretário de Estado da Educação reiterou a intenção do Ministério da Educação de reduzir de forma progressiva o número de alunos por turma, já no próximo ano letivo, embora o assunto ainda esteja em debate, avança a agência Lusa.

“O ministro da Educação disse já que é nossa intenção reduzir de forma progressiva”, referiu João Costa, no grupo de trabalho da Comissão de Educação criado para analisar os projetos de lei de Os Verdes, Bloco de Esquerda e PCP sobre a matéria, acrescentando que tem de ser salvaguardada a continuidade pedagógica e que o debate público sobre esta matéria está em curso e que terá de estar concluído em março.

O secretário de Estado sublinha que é unânime que a redução do número de alunos é importante mas alerta que não deve ser apenas administrativa, mas deve ter em conta a promoção do sucesso escolar. “Há um consenso alargado por todas as pessoas. Se fosse uma questão menor não tinha consenso tão alargado.”

O grupo de trabalho da Comissão de Educação está a debater o número de alunos por turma, mas também o número de alunos por professores e o estudo em consonância com a autonomia das escolas de algumas disciplinas serem semestrais.

sexta-feira, 17 de março de 2017

quinta-feira, 16 de março de 2017

Concurso de Docentes 2017 - Apuramento de Vagas

Manuais escolares sem alterações no próximo ano letivo


A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) garantiu que não foram introduzidas quaisquer alterações nos manuais escolares do próximo ano. O Ministério da Educação (ME) esclareceu entretanto que não se justifica uma alteração, uma vez que não está prevista uma reforma curricular, mas sim uma “flexibilização curricular”, avança a agência Lusa.

O ME “está a preparar instrumentos de flexibilização curricular e não uma reforma curricular, pelo que não há qualquer motivo para se proceder à alteração de manuais escolares”, referiu à Lusa o ministério, que a 11 de fevereiro anunciou que no próximo ano letivo, os alunos dos 1º, 5º, 7º e 10º anos deverão estar a trabalhar já com flexibilização de currículos, o que vai permitir mais autonomia de decisão às escolas, cruzamento de disciplinas e mais trabalho experimental.

quarta-feira, 15 de março de 2017

FENPROF faz apreciação positiva do perfil de aluno que é proposto, mas salienta que um bom documento não garante, por si só, as mudanças necessárias


A FENPROF participa na “discussão pública” sobre o documento “Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória”, emitindo parecer, para o qual se pede a melhor atenção.

Relativamente ao documento colocado em discussão, a FENPROF faz uma apreciação positiva, porque este, “rompendo com o legado da equipa de Nuno Crato, diverge de forma frontal das soluções neoliberais que têm pautado a política educativa no nosso país nas últimas décadas, nomeadamente ao nível da organização curricular e pedagógica. O documento assenta numa visão humanista da Educação, em clara oposição à postura tecno-burocrática até aqui prevalecente; regista o conceito de complementaridades no que toca aos saberes e recusa a visão hierarquizada destes, que teve o seu apogeu com o último governo da direita; sedimenta uma perspetiva de inclusão, por oposição a visões elitistas e excludentes implementadas no nosso país pelos arautos do neoliberalismo em educação”.

Contudo, um bom documento não garante, por si só, as mudanças necessárias, sobretudo se a Educação continua sujeita “a barreiras e constrangimentos que impedem e ou condicionam o desenvolvimento, nas escolas, do perfil dos alunos ora apontado”. Isto é, a “FENPROF faz uma avaliação positiva do documento, mas salienta que uma visão holística e humanista da educação não se compadece com a continuidade de políticas educativas de cariz marcadamente neoliberal”.

A mudança que se perspetiva neste documento é importante e urgente, mas “ninguém muda por decreto” , afirma-se ainda no parecer emitido, sendo certo que sem a criação de “condições de envolvimento dos docentes, tornando-os participantes interessados, ativos e respeitados neste processo, o perfil do aluno agora proposto não passaria de mais um exercício especulativo – ou de propaganda – no campo da educação e do ensino”.

O Secretariado Nacional
14/03/2017 

terça-feira, 14 de março de 2017

Santo Tirso - Professor(a) de Economia

Ginásio da Educação Da Vinci, Unidade de Santo Tirso, recruta Professor de Economia para explicações de ensino secundário.

Os candidatos devem formalizar a candidatura enviando currículo via correio electrónico para


com indicação de disponibilidade. 

+ informações 252 850 177 

FAÇA PARTE DA NOSSA EQUIPA. FAÇA PARTE DA EQUIPA DOCENTE DA MARCA Nº1 EM PORTUGAL EM SERVIÇOS DE APOIO ESCOLAR. 

WWW.GINASIOSDAVINCI.COM    

segunda-feira, 13 de março de 2017

Professor /a Matemática Sala de Estudo

Admite-se professor da área de Línguas para acompanhamento em sala de Estudo. 

Disponibilidade para integrar estágio profissional. 

Menos de 30 anos. 

Horário completo 

Espinho 

Enviar CV e disponibilidade para

domingo, 12 de março de 2017

DGAE/DSEEPE aposta na literacia cinematográfica


A DGAE/DSEEPE realizou, em fevereiro último, uma parceria com o Plano Nacional de Cinema (PNC) com o intuito de divulgar produções fílmicas nacionais, junto dos alunos das Escolas Portuguesas do Estrangeiro (EPE).

À adesão deste projeto esteve subjacente a certeza de que facultar aos alunos o contacto com as diferentes manifestações artísticas constitui uma valência relevante no que respeita à difusão da língua e da cultura portuguesas.

Acresce que esta iniciativa permite a realização de práticas pedagógicas que incentivam o aluno a tomar consciência de que o diálogo com todas as expressões da arte é imprescindível para um melhor conhecimento do património cultural. Para uma maior compreensão do mundo.

Informação retirada daqui


sábado, 11 de março de 2017

Comissão Mista – RAEM: II Reunião da Subcomissão da Língua Portuguesa e Educação


Nos dias 20 e 21 de fevereiro de 2017, ocorreu, em Lisboa, a II Reunião da Subcomissão da Língua Portuguesa e Educação entre Portugal e a Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), criada no âmbito da Comissão Mista Portugal – RAEM, com a seguinte ordem de trabalhos: i) Cooperação nas áreas do Ensino e da Investigação ao nível do ensino superior e não superior; ii) Reconhecimento de habilitações e graus e iii) Língua Portuguesa.

Em representação desta Direção-Geral esteve presente a Dr.ª Paula Teixeira, Diretora de Serviços do Ensino e das Escolas Portuguesas no Estrangeiro.

Esta subcomissão, que se constitui como um fórum privilegiado de debate e consulta, reiterou o propósito de aprofundar a cooperação, reconhecendo a sua importância no contexto das relações bilaterais e as vantagens mútuas que dela decorrem para as instituições e para os cidadãos de Portugal e da RAEM.

Informação retirada daqui

sexta-feira, 10 de março de 2017

Modelo de declaração - Cert. Tempo Serviço 2016/17

Encontra-se disponível a alteração à minuta para certificação de tempo de serviço prestado por Educadores de Infância, em estabelecimentos de ensino de educação Pré-Escolar, dos 3 aos 5 anos.


quarta-feira, 8 de março de 2017

Professores / Explicadores de Geografia - Lagoa

A Nota Êxito - Centro de Ensino, Lda. é uma empresa de referência no setor do apoio escolar, desde 2007. 

Ministramos aulas de apoio escolar ao domicílio e online. 

Para integrar a nossa bolsa de Professores, selecionamos Docentes / Explicadores de Geografia para Lagoa. 

O regime laboral é definido em part-time, como prestação de serviços. 

Os candidatos devem possuir: 
- mínimo licenciatura na(s) área(s) académica(s) requerida(s) 
- experiência pedagógica (preferencial) 
- responsabilidade profissional e ética 
- simpatia 
- disponibilidade de horário para acompanhar os Alunos até ao final do período a definir 
- capacidade de trabalho em equipa e sob supervisão 
- conhecimentos de informática na ótica do utilizador 

Os interessados deverão enviar CV atualizado, indicando na carta de apresentação a preferência pelo(s) concelho(s) em que pretendem lecionar. 

No assunto do email deve APENAS constar GEO/FAR 

As candidaturas deverão ser remetidas para o email de recrutamento da empresa. 

domingo, 5 de março de 2017

Professores / Explicadores de Filosofia - Lagoa

A Nota Êxito - Centro de Ensino, Lda. é uma empresa de referência no setor do apoio escolar, desde 2007. 

Ministramos aulas de apoio escolar ao domicílio e online. 

Para integrar a nossa bolsa de Professores, selecionamos Docentes / Explicadores de Filosofia para Lagoa. 

O regime laboral é definido em part-time, como prestação de serviços. 

Os candidatos devem possuir: 
- mínimo licenciatura na(s) área(s) académica(s) requerida(s) 
- experiência pedagógica (preferencial) 
- responsabilidade profissional e ética 
- simpatia 
- disponibilidade de horário para acompanhar os Alunos até ao final do período a definir 
- capacidade de trabalho em equipa e sob supervisão 
- conhecimentos de informática na ótica do utilizador 

Os interessados deverão enviar CV atualizado, indicando na carta de apresentação a preferência pelo(s) concelho(s) em que pretendem lecionar. 

No assunto do email deve APENAS constar FIL/FAR 

As candidaturas deverão ser remetidas para o email de recrutamento da empresa. 

quinta-feira, 2 de março de 2017

Formador/a de Espanhol

Procura-se formador/a de Espanhol com CCP em regime de prestação de serviços. 
Local de formação: Lisboa 
Duração 25 h.: 2 dias por semana (3 h. por dia). Periodo manhã. Março 2017. 
Interessados/as responder com CV ao email:

    formacaoespanhol21@gmail.com

Recenseamento - Aplicação disponível para os AE/ENA, até às 18:00 horas de dia 10 de março de 2017 (hora de Portugal Continental).

Requisição de Docentes para o Instituto dos Pupilos do Exército


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